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23 dezembro 2009

Naqueles tempos,

o casamento era para a vida. José, um homem avançado em idade e experiência sofria desde jovem de disfunção eréctil. Maria, sua esposa, uma mulher ligeiramente mais jovem à medida que os anos passavam estava cada vez mais descontente com a vida que o seu esposo lhe dera.

Na época qualquer tipo de fortuna era obrigatoriamente entregue ao Imperador, que se apoderava de todos os bens para os seus gastos privados em ressabiadas prostitutas e pêgas do Império.

A maldita crise abateu-se sobre as terras do imperador e José e Maria viam-se desgraçadamente esfomeados. A sua alimentação foi reduzida a pão e nem a esse luxo os dois podiam sustentar. Até que um dia Maria, sem aguentar mais e em profundo desespero contactou (via carta naturalmente) o padeiro, pedindo-lhe misericordiosamente algum pão para ela e o seu marido.

Ora, na aldeia todos sabiam que o padeiro era um ser vergonhoso que cedia pão em troca de favores sexuais. Assim, Maria, sem outra alternativa, cedeu. Cobriu a sua cabeça com o lenço mais sensual e foi à padaria. O padeiro, um bruto homem, cheio de farinha na cara empurrou Maria contra a mesa onde acabara de amassar o pão e pimbas...

O que Maria veio a reparar mais tarde é que os boatos em relação ao padeiro não eram verdade. Ele tinha a pilinha pequenina e fininha pelo que o acto não se deu por comprido e ela não sangrou (para aqueles que pouco percebem de vaginas, ela não perdeu a virgindade!). Maria, essa porcalhota saiu satisfeita com um cestinho de palha cheio de pão e entregou-o ao marido. Os dois tiveram uma noite quase perfeita (a sua pilinha mais uma vez recusou-se a crescer).

Maria que era fresca calou-se bem caladinha e nunca disse a ninguém o que realmente se tinha passado. Ao fim de meses não conseguiu esconder a sua gravidez e meteu-se a milhas envergonhada. Andou meses e meses às costas do burrinho até que a gravidez a impossibilitou de continuar nas suas viagens do demónio. As águas rebentaram-se-lhe e ela teve Jesus. A todos disse que era virgem, que o seu triste marido sofria de nervos e de disfunção eréctil e que durante meses sobreviveram com meia dúzia de pães dados pelo simpático padeiro da aldeia e que Jesus era filho de Deus, de abençoada concepção imaculada. A porca...!

------------- P.S. - Qualquer parecença com a história Bíblica sobre o nascimento de Jesus é mera coincidência.

José - 'Ai triste destino o meu, que sofro de nervos e não consigo dar prazer à minha esposaaaaa'
Maria - 'Aiiiiiiiiiiiiii Senhor, perdoai-me a mim e àquele padeiro que me deixou louca!ihih'

4 comentários:

Mark disse...

Ah! :O Lol
Que história diferente. 'Tou muito admirado. Só tu, com esse lado comico apuradíssimo. ^^ Não é uma versão muito católica. Lol Será que o médico do post de baixo gostava de ler?... xD

Filipe M. disse...

O médico do post de baixo sofre do mesmo problema do José. Nervos que o impossibilitam de manter uma erecção.

Pelo que está desesperado ^^ e já não sabe o que fazer nem dizer, pelo que diz m*rda!

Mark disse...

É verdade. Fui ver depois e realmente como é que uma pessoa pode dizer barbaridades destas. =/
Enfim, coitado do José e dele. Lol
Feliz Natal Filipe. ^^ :)

Zoninho disse...

amei a história!