Quero ver! Mas infelizmente só a Lusomundo é que o está a passar e em poucas salas. Sad Face.
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07 janeiro 2012
23 setembro 2011
Queer Lisboa 15 - Eu não quero voltar sozinho
Uma curta fantástica e tão... mas tão fofinha. Vale a pena perderem 17 min :)
19 setembro 2011
Silenciados - Queer Lisboa
Queer Lisboa é um festival de cinema gay e lésbico que já vai na 15ª edição. Como em todos os anos, inova um bocadinho e este ano apresentou-nos uma pequena peça de teatro. Por ser curta, porque em tudo o resto é grandiosa. Silenciados conta-nos a dramática história de cinco pessoas vítimas de homofobia. Um prisioneiro de Auschwitz; Octavio Acuña, um activista gay assassinado em 2004, no México; Jesús Prieto, um gay católico preso numa luta pessoal entre a religião e a sua orientação sexual; Paulina, uma transsexual guatelmaca assassinada pela polícia em 2005; e Mateo Rodríguez, vítima de bullying em Madrid que morreu em 2011.
Nesta peça os mortos ressuscitam e permitem acompanhá-los na sua luta. É uma peça arrepiante que nos faz ao mesmo tempo sorrir e (quase) chorar. É para qualquer um de nós, algo que nos faz rever a nós mesmos e a nossa luta pessoal, luta essa afortunada, uma vez que eles perderam a vida.
A mim o que mais me tocou, foi a história do prisioneiro de Auschwitz, da Paulina e do Mateo Rodriguez. Do prisioneiro de Auschwitz não vale a pena falar, já todos conhecemos as atrocidades lá cometidas. Da Paulina, a sua sensualidade e atracção que a fez subir na vida, mas também definhar graças aos homens que conheceu, que a desejavam, mas que depois não souberam lidar com tal sentimento. E do Mateo Rodriguez, por ser algo bastante actual, por ser o bullying a causa recente de muitos casos.
É para mim um peça muito triste... e não consigo tirá-la da cabeça. Adoraria poder revê-la, mas no Queer Lisboa saiu de cena ontem.
Aproveitem no entanto para ver outros filmes... é uma grande oportunidade para vermos filmes desta temática.
15 setembro 2011
08 setembro 2011
03 outubro 2010
29 setembro 2010
Dzi Croquetes - Eu quero ver
Como, ainda não sei... Só sei que adorei conhecer o Realizador. Pena ter falado muito pouco com a Realizadora.
26 agosto 2010
Cedi, finalmente...
É verdade, cedi finalmente, a sacar o filme 'do começo ao fim'...
Para quem não sabe o filme vai passar no Queer Lisboa e portanto eu aconselho a ver em cinema. Por muito tempo desejei ir à sessão de abertura e poder vê-lo assim. Mas agora arranjei um trabalho e tenho todos os sábados ocupados e portanto é com enorme pesar que informo que estou neste preciso momento a sacar o filme e espero vê-lo ainda hoje.
Não vou dizer onde trabalho nem nada. Apenas para segurança e para poder dar continuidade às magnificas crónicas a que acostumei algumas pessoas a ler, enquanto trabalhava no Pingo Doce.
Aproveito para informar, que o Queer Lisboa ocorrerá entre 17 e 25 de Setembro, no São Jorge, e que será uma boa oportunidade para verem filmes da temática LGBT.
11 agosto 2010
Le Fil - The String
Ando à procura na net... sem sucesso.
27 julho 2010
Consumismo
Tenho sido um grande consumista de filmes gays. Estes passados dias foram:
Ander
Bent
C.R.A.Z.Y.
Lilies
Presque Rien
Summer Storm
Voltei à minha busca de novos filmes.
24 julho 2010
Un Amour a Taire - A Love to Hide
Um filme que te pode fazer chorar...
10 julho 2010
Filmes Recentes [que eu quero ver]:
Peço-vos que dêem alguns nomes dos vossos filmes preferidos :) para expandir os meus horizontes :P
09 julho 2010
Worried About the Boy
Worried About the Boy é um retrato apaixonado do cantor britânico Boy George, conhecido pelo single 'Do You Really Want To Hurt Me' e 'Karma Chameleon' . O filme da BBC conta-nos a sua história antes de chegar ao Top.
Não conhecia o Boy George, porque pelos vistos sou uma criança... Mas só posso dizer que amo o estilo dele nos anos 80 e que quero um igual.
P.S. - Este não é o Boy George! É o (muito interessante) Douglas Booth que o interpreta no filme.
06 julho 2010
Eu quero ver [cinema gay]
The Kids Are All Right - a história de dois filhos concebidos por inseminação artificial que querem conhecer o pai
Eyes Wide Open - a história de um judeu ortodoxo, casado e pai de quatro filhos, que se apaixona por um empregado mais novo do que ele.
29 junho 2010
Eh Lah!
Depois do fiasco do último filme, é impressão minha ou vem aqui um pequeno pedido de desculpas?
E o que se passa hoje em dia com os trailers que revelam o filme todo?
O que vos parece, vão ou não ver?
O que vos parece, vão ou não ver?
18 junho 2010
A Homossexualidade no Estado Novo
Ora, no Estado Novo defendia-se a família tradicional. A mulher era submissa ao chefe de família, seu marido. O seu 'trabalho' era parir e cuidar da casa e dos filhos. Por este motivo e por preconceito, a homossexualidade em Portugal sempre foi escondida do olho público e até perseguida.
Se cá se vivia em tabu, foi no ultramar que as "tendências homossexuais" viveram os seus anos de glória. Afastados das gajas e com a pilinha aos saltos, muitos não resistiram (aos suores, corpos musculados, banhos de sabonete em conjunto, às fardas... - honestamente quem resistiria?!) e viram-se enrolados com outros homens, descansados porque teriam a sua amada, pura e singela, à sua espera (e mesmo que fornicassem com uma bicha, não se tornavam homossexuais). Mas estavam enganados, já levavam o bichinho (ou a bichinha) dentro deles. Muitos até viveram grandes amores e acabaram por se suicidar, tal era o medo de se assumirem.
De volta à metrópole, Salazar também tinha encontrar o seu amor gay, o chefe da PIDE fez regressar os valores "morais" da religião cristã, onde a sexualidade era (e é) vista apenas como meio para a procriação e com a definição vincada para cada um dos sexos (os homens trabalhavam e sustentavam a família, as mulheres cuidavam dos filhos e da casa). Assim, assiste-se à repressão de todas as orientações sexuais, bem como dos actos homossexuais, vistos como "vícios contra a natureza".
Além disso, a censura também invadiu todo o conteúdo homossexual artístico (nacional e estrangeiro), numa tentativa de evitar a quebra dos tabus morais vigentes. A PSP manteve vigilância apertada aos locais de encontro de homossexuais, efectuando rusgas que serviam para identificar e cadastrar ou prender os presentes.
Os homossexuais e outros acusados de condutas imorais ou vadiagem (prostitutas, chulos, doentes mentais, mendigos...) eram escondidos da sociedade e eram muitas vezes internados por longos períodos em estabelecimentos específicos de "reeducação", nos quais foram admitidos, para tortura e maus tratos, desde 1933 a 1951 mais de 12 mil pessoas.
Júlio Fogaça foi perseguido e torturado pela PIDE, acabando por ser preso e deportado várias vezes. Mas foi por ser acusado de "pederasta passivo e habitual na prática de vícios contra a natureza", que o fez ficar sem liberdade. A acusação de homossexualidade também serviu para ser afastado do Partido Comunista Português, não sendo o único.
Após a Revolução do 25 de Abril começaram a ser criadas as primeiras organizações homossexuais, que foram esmagadas na televisão pelo General Galvão de Melo, que afirmou que o 25 de Abril não se havia feito para os homossexuais e as prostitutas (que devem, no entanto, ter recebido a visita do general!) reivindicarem os seus direitos. As organizações ganharam, finalmente, força e respeito com o aparecimento da SIDA, nos anos 80 (o que é muito triste).
10 março 2010
Se fosse gay...
Ainda seria mais fofo =P
05 março 2010
Alice no país as maravilhas...
100 anos depois...
02 fevereiro 2010
04 janeiro 2010
Recordar...
The Band Wagon (1953), Vincente Minnelli.
... depois de Minnelli, depois dos anos 50, como diz Daney, o palco vem a ser somente um palco [e não o mundo]... Serge Daney referia-se, em primeira instância, a One From the Hearth [Do Fundo do Coração], Francis Ford Coppola, 1982: «personagens e décors já não pertencem uns aos outros, o segredo da osmose esboroou-se, o divórcio entre o corpo do actor e a matéria da imagem está quase atestado: é cada um por si. Corpos, luzes, objectos, décors, câmara, canções: todos lançados no espaço com sortes diversas e novas órbitras para calcular». E isso dá conta da vertiginosa mudança no género [Musical] e... no cinema e no mundo. Do musical pode ter ficado a forma, sim, mas, tendo-se transformado o conteúdo, o que se transformou deveras foi a adequação entre a forma e os conteúdos do músical (...).
In Géneros Cinematográficos, Musical, pág. 91
Edmundo Cordeiro
A verdade é que os musicais de hoje já não chegam aos calcanhares dos musicais da época de ouro. Claro que de vez em quando há raras excepções: Mary Poppins, Sound of Music, etc.
Pelo que estou em pulgas para ver o filme Nine!
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